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Publicada em: 20/07/2012


Em Belém, servidores da saúde aprovam greve geral
Em Belém, servidores da saúde aprovam greve geral

Profissionais de saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma), de nível superior, médio e elementar (médicos, enfermeiros e outras categorias funcionais), decidiram ontem à noite por uma greve unificada a partir de 2 de agosto, para reivindicar uma pauta de oito itens, entre os quais o Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCR). A assembleia geral reuniu-se no Ginásio da Universidade do Estado do Pará (Uepa). 'Nós vamos manter os serviços de atendimento de urgência e emergência, com 30% de pessoal', informou o médico João Gouvêa, diretor do Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa). Ele afirmou que na próxima segunda-feira a decisão dos funcionários públicos será comunicada oficialmente à Sesma. Os servidores do HPSM da 14 de Março já definiram, dia 16, entrar em greve no dia 2 de agosto, o que deverá ser antecipado para o dia 30 deste mês.

Na Sesma atuam cerca de sete mil profisionais de saúde, dos quais mil são médicos. 'A Sesma propôs a formação de uma comissão para discutir o PCCR, mas o projeto da Prefeitura é antigo e gera perdas salariais para os funcionários. Como nós já temos perdas, isso é impraticável', afirmou João Gouvêa.

Os servidores municipais da saúde reivindicam melhoria das condições de trabalho nas unidades de saúde; recuperação das perdas salariais em face do congelamento dos abonos que compreendem a parte principal da remuneração; incorporação dos abonos após sua correção ao salário base; vale-alimentação para todos os servidores da área da saúde, com valor baseado na cesta básica calculada pelo Dieese, e com garantia de refeição aos plantonistas das unidades de saúde, no local de trabalho; pagamento do retroativo relativo ao adicional de turno que deixou de ser pago conforme previsto na Lei nº 7.502 de 20/12/90, em seu Art. 84 – Estatuto dos Funcionários Público do Município de Belém; pagamento e incorporação das perdas históricas de 20,84% já reconhecidas judicialmente ao salário base; implementação do PCCR da saúde com ampla discussão com os trabalhadores da área; implantação da mesa permanente de negociação do SUS em Belém.

As perdas salariais dos servidores chegam a 40% com relação aos abonos congelados, de acordo com cálculos do Dieese/PA. Os profissionais de saúde afirmaram que somente eles, no quadro dos órgãos da Prefeitura de Belém, não recebem vale-alimentação. 'No HPSM da 14 de Março trabalham 1.100 servidores, mas só tem dois banheiros para eles. Os pacientes contam com um banheiro no primeiro andar e outro no térreo, mas este está com a descarga quebrada', destacou Rosana Oliveira, da Associação dos Servidores do HPSM da 14 de Março. Ela informou na assembleia de ontem que os servidores do HPSM 14 de Março e das casas mentais já haviam decidido parar em agosto.

Fonte: O Liberal

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